
Para a concretização do museu trabalharam vários artistas, como Tomás de Melo (Tom), Estrela Faria, Manuel Lapa, Eduardo Anahory, Carlos Botelho e Paulo Ferreira, tendo concebido pinturas murais temáticas das várias regiões representadas no espólio.
O museu está fechado há tempos e alberga uma colecção ímpar de arte popular distribuída por salas temáticas seguindo as divisões em províncias, desde modelos e vestiário a ourivesaria.

O património de um País não se apaga. O grande esforço feito nos anos do Estado Novo a conseguir uma nova identidade para as Artes Portuguesas, quer se discutam ou não os fins em vista, é inegável e merece ser preservado. Tentar desmantelar o Museu de Arte Popular, fazendo a colecção nele sediada perder a identidade e o contexto, é assim um acto inqualificável, assim como o é mantê-lo fechado.
Faça alguma coisa! Assine a petição da iniciativa das gentes da Companhia do Eu em:
http://www.petitiononline.com/MAP2006/petition.html